sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Vicente Cañas: O julgamento que fez justiça


Depois de dois dias de juízo no Tribunal do Júri da Justiça Federal em Cuiabá, Mato Grosso (Brasil), o delegado Ronaldo Antônio Osmar, o único acusado vivo em idade legal de ser julgado pelo assassinato do missionário jesuíta Vicente Cañas, conhecido pelos indígenas como Kiwxi, foi declarado culpado por negligência e envolvimento no assassinato do missionário espanhol. O delegado teria contratado os pistoleiros para ceifar a vida de Kiwxi no dia 6 de abril de 1987, mediante pagamento por parte dos fazendeiros interessados nas terras dos Enawenenawe, comunidade indígena com quem o jesuíta vivia.

O conselho de sentença (júri), formado por 4 homens e 3 mulheres, considerou o acusado culpado dos delitos de colaboração direta e planejamento de emboscada, o que resultou na sua  condenação a 14 anos e três meses de prisão em regime fechado, podendo responder em liberdade, visto que já vive assim nos últimos 30 anos.

Por aqueles dias, o Irmão Vicente Cañas foi avisado das ameaças feitas e dos perigos que passava, por isso veio discretamente a Cuiabá para encaminhar os trabalhos e voltou com um peixe assado pelo Darci Pivetta como matula -comida para viagem - no ônibus para não precisar descer na viagem de retorno. Kiwxi não tirava férias junto da família para não deixar os Enawenenawe sozinhos.

Durante o Júri estiveram presentes três sobrinhas e um sobrinho do Irmão Vicente vindos da Espanha, os indígenas Enawenenawe, Mÿky, Rikbaktsa, Chiquitanos, Nambikwara, Boe (Bororo) e numerosos representantes da Igreja que trabalha com os indígenas. 

A defesa buscava demonstrar que a morte não foi violenta, mas natural, causada por uma úlcera que, na verdade, nunca existiu. Ela também chegou a insinuar que foram os Enawenenawe que mataram Vicente Cañas. A culpabilização das vítimas é algo odioso no Brasil e que infelizmente se repete até os dias de hoje. Quando a defesa começou a culpar o próprio Vicente Cañas e os indígenas Enawenenawe, ela se perdeu. Suas contradições foram aparecendo e as mentiras foram cuidadosamente demonstradas. Daí que abandonaram essa tentativa no segundo dia de júri.

Quando o profeta Daniel (capítulo 13, versículos 1 a 65) defendeu Susana da acusação da classe dominante da sua época e a livrou da pena de morte, deixou a lição de que Deus auxilia os inocentes e mostrou que a iniquidade prejudica quem a comete. Deus fica indignado com o pecador empedernido que não O teme o O desafia como se fosse imune à lei que impõe sobre os demais. A bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo que nos convida ao Natal também nos convida a rever nossa vida, refletir sobre nossos atos e a nos convertermos todos os dias.

O juiz, citando Virgílio, falou durante o Júri: “O tempo leva tudo, até mesmo a memória!”. De fato, o processo auxiliou a preservar a memória dos indígenas nesta terra do Mato Grosso e o que estava escondido foi proclamado acima dos telhados (cf. Mt 10,27). 

Quando os indígenas Rikbaktsa testemunharam que o matador teria falado que desafiava o Irmão Vicente Cañas “Você vai morrer no lugar dos índios!”, aquilo dizia para nós, hoje, algo a mais da vida deste mártir: que assim como Jesus doou sua vida na morte de Cruz, Vicente é semente de vida nova para os povos nativos.

Noutro momento, a testemunha Fausto Campoli esclareceu que os Enawenenawe conviviam com o Irmão Vicente como um deles, o tratavam dentro de suas normas e que Kiwxi pertencia a um dos clãs deles. Uma vez morto, o sepultaram segundo os seus rituais e o "canonizaram" como Enorenawe, um ser celestial.
Campoli contou ainda que Cañas ia subir para a aldeia onde morava no dia seguinte da data de seu martírio. Ele estava no seu Barraco, ponto de apoio, junto ao rio Juruena. Vicente planejava subir para a aldeia dos Enawenenawe, mas subiu para a aldeia dos céus, tornou-se mais um santo mártir da Igreja Católica.

Um dos milagres de Vicente Cañas… A Justiça tarda, mas não falha!

Pe. Aloir Pacini, SJ
Adaptação e acréscimos João Melo

sábado, 11 de novembro de 2017

Peregrinos na Colômbia: Jovens testemunhos de amizade e reconciliação


Entre os dias 29 de outubro e 08 de novembro, eu, João Melo (Sinop, MT) e outros três brasileiros, Ayla Tapajós (Santarém, PA), Diego Barbosa (Fortaleza, CE) e Bruno Victor (Campinas, SP) estivemos na Colômbia para participar junto com jovens de todas as partes do país da #ClaveriadaValle2017. 



Nos primeiros dias de nossa peregrinação ficamos na cidade capital, Bogotá. Os museus, as praças, cada arquitetura das casas e edifícios, cada busto, estátua e placa nos contavam a história daquele país que ainda desconhecíamos. Havia mais. As pessoas que nos acompanhavam pela cidade e as com quem nos encontrávamos pelo caminho, novos amigos, nos contavam ainda mais, e nos contavam com a vida, o que é Colômbia. Respirávamos Colômbia toda vez que, onde é que pausássemos o olhar, as verdes montanhas que subiam ao horizonte nos contavam que estávamos em terras estrangeiras. Os grafites que coloriam os muros da cidade nos contavam das manifestações artísticas e de resistência juvenil contra o sistema que sustém a desigualdade social. Os rostos dos trabalhadores que, como milhares de brasileiros e brasileiras, tomavam os ônibus cheios na volta do trabalho, os venezuelanos, imigrantes, que ali buscavam uma vida melhor, todos eles, nos contavam que Colômbia e Brasil partilham de problemas e desafios iguais.  Havia mais do vizinho país latino-americano para ver. A rica culinária, os ritmos musicais como a salsa e o reggaeton nos contavam que o povo colombiano é alegre, festivo e sabe dançar maravilhosamente. E em tudo isso, o coração como que sussurrava “ver Deus em todas as coisas”. E todas as coisas nos contavam algo da Colômbia.   

Assim, descobrimos, pouco a pouco, que o lugar que nos acolhia é um país de história forte e intensa. Descobrimos também que o conflito e a guerra marcaram os últimos 50 anos dessa nação e que agora há um esforço enorme sendo empreendido para alcançar a paz.  

Na pequena cidade de Buga, Valle del Cauca, entre os dias 3 a 6 de novembro, nos encontramos com mais de 250 jovens para a #ClaveriadaValle2017cujo tema foi “Jóvenes testigos de amistad y reconciliación”, que em português seria: “Jovens testemunhos de amizade e reconciliação”.  E para nós, Delegação Brasil, foi isso mesmo que a Claveriada 2017 significou. 



Testigos: Testemunharam a nós os jovens da Claveriada. Testemunharam que não querem mais um país mergulhado no conflito e na violência. Testemunharam que apesar de suas diferenças regionais – o que seguramente os faz ainda mais ricos culturalmente -  e de suas opiniões diversas, desejam uma nação mais justa, humana e pacífica. Testemunharam a esperança.  

Amistad: Não importa o tempo de convivência e sim a intensidade do que sentimos. Amizade são laços afetivos e efetivos que construímos no caminhar da vida e que tornam os passos mais leves, mais risonhos e com mais sentido. MAGIS. Nós, da Delegação Brasil, tão pouco nos conhecíamos antes da Claveriada 2017. Mas nossa amizade é um fruto bonito e que cresceu rápido porque resulta de corações abertos e desejosos de encontros. Movemo-nos e nos deixamos mover rumo ao novo que nos era tão familiar, construindo novos laços de amizade além-fronteiras. 

Reconciliación: A reconciliação é expressão da misericórdia e do amor. Quem ama reconcilia. Os jovens colombianos que se identificam com a espiritualidade inaciana mostraram na Claveriada o desejo de em tudo amar e servir, de reconciliação consigo mesmo, com os outros e com a Casa Comum. Mais. Mostraram que tudo isso não é um palavrório bonito, mas que reconciliação é compromisso com a construção de uma realidade social e política mais solidária e fraterna.   
    
O evento juvenil marcado por muita animação e alegria incluiu momentos de convivência, oração pessoal, partilhas, palestras, oficinas, apresentações culturais, eucaristia diária e uma peregrinação até a Basílica menor del Señor de los Milagros de Buga.  

Nossa viagem terminou na cidade de Cali, onde nos reencontramos com vários jovens que participaram da Claveriada 2017 e que estudam em colégios e universidades da Companhia de Jesus. Foi bonito ver que a missão da Companhia junto a essas instituições educativas não se limita a sustentar outras obras da Companhia que carecem de recursos financeiros. Essa experiência nos ensina que é preciso acolher e assumir os colégios e universidades como lugares de presença junto as juventudes. Alegrou-me muito ver os jesuítas que trabalham nessas instituições serem tão próximos das juventudes, misturados a elas, encontrando-as pelos corredores e com muita familiaridade trocando algumas palavras, tendo suas salas abertas, onde os jovens sentem-se acolhidos, convidados a entrar, passar um tempo, gastar o intervalo entre uma aula e outra. PRESENÇA.  

A Red Juvenil Ignaciana da Colômbia é quem articula e organiza a Claveriada. Somos muito gratos a todos os que trabalham nela por terem nos proporcionado tamanha experiência que, concluímos, é uma experiência de Deus. 

terça-feira, 6 de junho de 2017

Reflexões que educam para o sentido de receber a comunhão na mão


A Solenidade de Corpus Christi nos ensina o valor da Eucaristia. 
O roteiro a seguir, pode ser usado por grupos reunidos para reflexão, 
oração, adoração ao Santíssimo, e catequese. 
Pode ainda ser usado na procissão de Corpus Christi, caso haja paradas. 

As reflexões nos educam para o sentido de receber a comunhão na mão. 

Elas nos falam de VOCAÇÃO, PARTILHA e CUIDADO COM A CASA COMUM.   




1º Deixar-se tocar pelo Senhor
Leitor 1: O Evangelho narra que, caminhando em meio à multidão, Jesus pergunta: “Quem me tocou?” (Mc 5,30). Tinha sido uma mulher. Uma mulher de fé que, na verdade, antes de tocar o Senhor, já tinha se deixado tocar por Ele (cf. Mc 5,27). Ainda hoje Jesus repete a pergunta: “Quem me tocou?”. Quem de nós O toca? Quem de nós já se deixou tocar por Ele?
/:Toca Senhor/ toca Senhor,/ com Teu Amor,/ com Teu Amor/:
Leitor 2: Ser tocado e poder tocar o Senhor é experiência de encontro com Jesus. E esse encontro muda tudo. Transforma a nossa vida e desperta em nós o desejo de sermos pessoas melhores. É quando nos tornamos discípulos Dele. É dom e graça de Deus. É vocação.
/: Eis me aqui Senhor,/ eis me aqui Senhor/ pra fazer tua vontade, pra viver no seu amor/ pra fazer sua vontade, pra viver no seu amor/ eis me aqui Senhor!/:
Leitor 3: Jesus, no grande desejo de se deixar tocar e se fazer próximo de nós, fez-se alimento. Fez-se Eucaristia: pão e vinho, corpo e sangue. As mãos que traçam o Sinal da Cruz sobre o corpo são as mesmas mãos que tocam o Senhor na Eucaristia... Estendemos as nossas mãos para o padre ou o ministro da Eucaristia num gesto de quem busca tocar o Senhor. Então, com respeito e reverência, recebemos a hóstia santa em nossas mãos e dela comungamos: É o Senhor quem agora nos toca! É Ele o Santo Alimento para nossa vida e vocação cristã.    
/: Te amarei, Senhor!/ Te amarei, Senhor!/ Eu só encontro a paz e a alegria bem perto de ti!/:

2º “Tive fome e me deste de comer” (Mt 25,35)

Leitor 1: Eucaristia é banquete, é festa, é fartura! Numa boa festa não falta comida. Na Mesa do Senhor não há quem passe fome. Todos são convidados e têm seu lugar à mesa do altar. Como pode, então, haver entre nós irmãos e irmãs que ainda passam fome?

/: Igualdade, fraternidade, nesta mesa nos ensinais/ as lições que melhor educam, na Eucaristia é que nos dais!/:

Leitor 2: “Tive fome e me deste de comer” (Mt 25,35), diz Jesus no Evangelho. Nós, cristãos, que tomamos parte do banquete do sacrifício do Senhor somos chamados à solidariedade e à partilha fraterna. A Eucaristia é gesto de amor do Cristo que se doa a nós como alimento. O mesmo Cristo que nos ensinou o amor ao próximo. E proximidade é tocar, ensina o papa Francisco; e não somente tocar a Eucaristia com nossas mãos, mas tocar no próximo a carne de Cristo.

/:Eu vim para que todos tenham vida/ que todos tenham vida plenamente!/:

Leitor 3: As mãos que recebem a Eucaristia são as mesmas mãos que trabalham e estão à serviço da vida nova para todos. Quantas vezes nossas mãos levaram um alimento bendito para quem tinha fome? Quantas vezes fez um carinho, um afago e consolo para quem precisava? Que nossas mãos sejam benditos instrumentos de paz e solidariedade fraterna. Que a Eucaristia nos torne irmãos que sabem partilhar o que tem.    

/:Importa viver Senhor,/unidos no amor;/na participação,/vivendo em comunhão!:/

 


3º Eucaristia: dom da Mãe Terra
Leitor 1: Quando completou toda a obra da Criação, Deus viu que tudo que havia feito era muito bom (cf. Gn 1,31). A bonita diversidade dos biomas requer da nossa parte zelo e cuidado com a Casa Comum. Deus criou todas as plantas e todas as árvores frutíferas, inclusive os trigais e as videiras. Dons da Terra, trigo e uva são transformados, pelo trabalho das mãos de homens e mulheres, em pão e vinho. Sem os dons do trigo e da uva, frutos da Mãe Terra, não há Eucaristia.
/: Da Amazônia até os Pampas,/ do Cerrado e aos Manguezais,/ chegue a ti o nosso canto/ pela vida e pela paz/:
Leitor 2: Na Missa, durante o ofertório, o padre reza com o cálice nas mãos: “Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho do homem, que agora vos apresentamos e para nós se vai tornar vinho da salvação”. As mesmas mãos que fazem pão e vinho, são as mãos que tomam o pão eucarístico.
/: O Pão da vida, a comunhão,/ nos une a Cristo, e aos irmãos,/ e nos ensina a abrir as mãos,/ para partir, repartir o pão/:
Leitor 3: A Casa Comum é como um grande altar onde o Senhor opera sua força redentora. Como reza o salmista, “o Senhor alimenta o seu povo com a flor do trigo, e com o mel do rochedo o sacia” (Sl 80,17). Da natureza, a humanidade inteira tira o seu sustento para a vida. Da natureza, trigo e uva são transformados em pão e vinho de salvação: Eucaristia.  
/: Dá-nos, Senhor, esses dons, essa luz,/ e nós veremos que Pão é Jesus/:

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Pentecostes: Renovação da Confirmação

Pe. Gregório Lutz

Gostamos de tudo que é novo. A palavra  “novo” é como que uma força mágica. Tudo deve ser novo: O vestido e a camisa, a casa e o carro, até o sabor do café.  Nada se vende, se não é novo; pelo menos a embalagem deve ser nova. Também em outros campos da nossa vida, aquilo que é novo exerce uma atração fascinante: As novas descobertas, as novas conquistas no campo da ciência, da técnica, da medicina. Tudo deve renovar-se constantemente. A Igreja não é isenta desta euforia do novo: Renovação bíblica, renovação litúrgica, renovação carismática...
                  E esta tendência para tudo que é novo, não é recente, não é moderna. Lembremos só que Jesus selou com seu sangue um novo testamento, uma nova aliança; nós somos o novo Israel, o novo povo de Deus.
                  Na liturgia o desejo de renovação e a exortação para se renovar são fortes e frequentes. O sentido de toda ação litúrgica, de comemorar ou fazer memória, de atualizar ou tornar presente um fato histórico passado, não é no fundo também um renovar?
                  Mas, também num sentido explícito e formal a liturgia realiza e celebra renovação: Renovação das promessas batismais, especialmente na Vigília pascal: “Terminados os exercícios da Quaresma, renovemos as promessas do nosso batismo”. Na Missa do Crisma, o bispo se dirige aos presbíteros com estas palavras: “Filhos caríssimos,  ... quereis renovar  as promessas que um dia fizestes perante o vosso bispo e o povo de Deus?” Sempre mais  entendem-se também os jubileus do casamento ou da profissão religiosa como renovação de um compromisso uma vez assumido. Que tudo isso é legítimo e de maneira alguma novidade, nos mostra a 2ª carta de São Paulo a Timóteo (1,6): “Eu te exorto a reavivar o dom de Deus que há em ti pela imposição das minhas mãos”.


                  Estas palavras, que evidentemente dizem respeito ao sacramento da ordem, poderiam ser literalmente  aplicadas também ao sacramento da Confirmação. Ora, que dia do ano seria mais indicado para tal renovação do sacramento da Confirmação do que a festa de Pentecostes? Sem dúvida, Pentecostes, a festa em que comemoramos a vinda do Espírito Santo sobre a Igreja nascente, se presta melhor do que qualquer outro dia para renovar também o dom do Espírito que nos foi dado no sacramento da Confirmação.
                   É claro que as formas desta renovação podem ser as mais diversas, desde um momento comemorativo dentro da missa festiva de Pentecostes ou numa hora do Ofício Divino, até uma celebração própria. Não existem limites para a criatividade dos que querem reavivar o grande Dom de Deus. O Lecionário da Missa nos abre profusamente o tesouro da Sagrada Escritura de textos sobre o Espírito Santo.
                  Como todas as renovações de um sacramento, também esta não se deve restringir à celebração litúrgica, mas devemos celebrar aquilo que estamos vivendo e a festa da renovação nos deve dar força para vivermos com novo fervor e mais intensidade a vida daquele Espírito que renova a face da terra.

     Perguntas para reflexão pessoal ou em grupo:
1.      Como vivi minha confirmação desde que fui crismado?   
2.      Como posso renovar minha “vida no Espírito”?

3.      Como e com que elementos rituais eu gostaria de celebrar a renovação do sacramento da Crisma que recebi?

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Ungidos pelo Espírito, enviados em missão



Tema: Ungidos Espírito, enviados em missão


É preciso que os jovens sejam sensibilizados para a realidade simbólica do Sacramento da Confirmação e reflitam sobre para que serve ser crismado.Esse encontro de catequese com jovens que se preparam para a Crisma tem esse objetivo. É um encontro que explora os sentidos humanos, aborda o rico significado do óleo do Crisma e convida os jovens a olharem para si e para a necessiadade de estar em missão.






Instruções para Download
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  2º AGUARDE ALGUNS INSTANTES E CLIQUE NO BOTÃO "BAIXAR ATRAVÉS DO NAVEGADOR", COMO MOSTRA A IMAGEM ABAIXO






  3º SELECIONE A PASTA ONDE QUER SALVAR O ARQUIVO PDF DO ENCONTRO