sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Sugestão do Rito da Entrega da Oração do Senhor (Pai-Nosso)

Na Catequese de inspiração Catecumenal, os ritos - momentos celebrativos - marcam o caminho de crescimento na fé das crianças, jovens e adultos e de suas famílias. Esses ritos são adaptados do Ritual da Iniciação Cristã de Adultos. É bom lembrar que para o direito canônico - a lei da Igreja - "adulto" é qualquer um na "idade da razão", ou seja, crianças a partir dos 7 (sete) anos de idade.

Depois de baixar, leia atentamente todo o Rito e procure tirar qualquer dúvida com o padre. Consulte o RICA - Ritual da Iniciação Cristã de Adultos, números 188-192 (edições Paulus págs. 56 a 61)






Sugestão do Rito da Entrega... by João Melo on Scribd

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Catequese e Educação no Brasil


domingo, 19 de outubro de 2014

O que ficou do Sínodo das Famílias?

Desde o início, era sabido de todos que o sínodo não tinha pretensão de fazer nenhuma mudança doutrinal. Não é para isso que um sínodo serve. O seu objetivo era enfrentar os desafios pastorais que a Igreja encontra no anúncio do Evangelho da Família nos dias de hoje.

Normalmente,  um sínodo faz "proposições" ou propostas sobre o tema em discussão e depois as apresenta para o papa que através de um documento (uma exortação apostólica pós - sinodal) dá a palavra final sobre o assunto. Com esse sínodo foi diferente. O que ficou desse sínodo foi um "Relatório" que será usado pelos bispos do mundo inteiro como objeto de estudo até o sínodo do ano que vem (2015), onde o "drama" das discussões continua.


Comparado ao texto do "Relatio Post Disceptationem", que era o texto de trabalho ou o "rascunho" do relatório final do Sínodo, esse texto final é menos propositivo. Apesar de destacar os valores da família cristã e valorizar as famílias que vivem a fidelidade ao ensinamento da Igreja, o texto que foi votado pelos bispos que participaram do sínodo, tratou muito pouco dos assuntos mais "polêmicos" dentre os desafios atuais. Um pena. 

 Mas, pela primeira vez, ficou claro que sobre várias questões, não havia consenso ou unanimidade entre os bispos. O processo foi transparente. Talvez seja justamente isso o grande legado desse sínodo convocado pelo papa Francisco: a transparência nas discussões.

Uma mudança que conseguiu passar pelo crivo dos padres sinodais é a necessária atualização da linguagem. Deixa-se de usar a expressão "lei natural", por exemplo, para se falar agora em "ordem da criação". Temos certeza que essa mudança facilitará o diálogo das posições da Igreja com o mundo ao propor o Evangelho da Família. 

A dicotomia entre a prática da comunhão dos "recasados" e os ensinamentos do Magistério continua. A pouca orientação pastoral no que se refere as pessoas em uniões homoafetivas e a educação da fé das crianças adotadas por essas pessoas ainda permanecem. 

Agora, nos resta esperar 2015.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

A natureza do projeto de Jesus exige uma Igreja plural


Ouvir a voz de Deus, compreender a Sua vontade e ser um dos seguidores de Jesus que o procuram para escutá-lo (cf. Lc 6, 18): eis um grande desafio!

 Jesus quis fazer a vontade do Pai e para tomar uma decisão importante, para fazer uma escolha quanto ao futuro da comunidade que se formava ao seu redor, ele coloca-se em profunda oração para discernir a vontade de Deus.

 Ora, quando Jesus desce para anunciar entre os seus discípulos aqueles que seriam escolhidos apóstolos, ou seja, os "enviados", Ele poderia ter escolhido um grupo uniforme, de homens provindos do judaísmo farisaico, grupo onde Ele mesmo nasceu e parece ter maior proximidade ou de outro grupo com uma mesma origem, homens que pensassem de forma igual, assim, seria mais fácil para que eles aderissem ao Seu projeto. Mas o que acontece não é bem assim. O grupo dos apóstolos é heterogêneo, tem gente diferente, não é uniforme e muito menos apático. Há homens com nomes judeus, outros com nomes gregos, há ainda um cobrador de impostos que tem uma origem diversa dos apóstolos pescadores e um ex-radical do grupo dos zelotas que queria libertar o povo na base da violência (cf. Lc 6, 13-16). Tudo isso era o grupo de Jesus, do qual nasceu a Igreja.

Por que Jesus escolheria um grupo assim? 
A uniformidade não parece ser a opção de Jesus que atraia pelos seus ensinamentos e curas não só clássico povo escolhido de Jerusalém, mas também os provindos de terras pagãs, como o litoral de Tiro e Sodônia (cf. Lc 6, 17). Jesus não é exclusivista, Sua mensagem é para todos e a adesão ao seu projeto não parece pressupor a recusa das origens ou da história de cada pessoa. Se assim fosse, ele mesmo não teria feito questão de escolher doze apóstolos (cf. Lc 6,13), em referencia as doze tribos de Israel, povo e cultura que assumiu ao encarnar-se na humanidade.
Dessa forma a Igreja que hoje é a continuadora do projeto de Jesus, ao qual os apóstolos foram os escolhidos e enviados a anunciar, não deve agir de forma diferente em relação aos membros do grupo que a compõem na atualidade.
Se não há espaço para discípulos de diferentes origens, se não há espaço para seguidores de Jesus com formas de pensar diversas - que na verdade podem enriquecer a reflexão da ação pastoral da Igreja, se não há espaço para aquele que é diferente, para o outro que não é como eu, para o que não é igual, então não há fidelidade à postura de Jesus e ao seu projeto.
 De novo, podemos nos perguntar: Porque Jesus tinha um grupo com apóstolos tão diferentes uns dos outros?

Porque o seu projeto exigia. Porque as pessoas para quem os apóstolos são enviados a anunciar a Boa Nova também são diversas (cf. Lc 6, 17) e Jesus quer, por meio deles, alcançá-las cada uma em sua própria realidade. Assim a Igreja é chamada também a exercitar-se na abertura da escolha e do envio de seus "enviados".

Isso longe de ferir a unidade da Igreja, antes, revela-a de maneira ainda mais sublime, pois, a fidelidade ao projeto de Jesus inclui, sem dúvida, alguém que possa presidi-lo, orientá-lo, com é o caso do apóstolo Pedro que "puxa" a lista dos escolhidos (cf. Lc 6, 14) em visível sinal de que encabeçará os apóstolos em sua missão, assim como é o papa e a hierarquia da Igreja hoje.

A presença de um traidor, de um mentiroso no grupo dos apóstolos, nos mostra que a infidelidade a causa de Jesus (cf. Lc 6, 16), mesmo dentro da Igreja, infelizmente é algo recorrente... pode-se trair o projeto de Jesus de outros modos. O fechamento, e a incapacidade de diálogo são alguns exemplos.

Por fim, é de grande valia notar que o Evangelho diz que de Jesus,"saia um poder que curava" (Lc 6, 19).  É a ação do Espírito Santo que toca a todos que Dele se aproximam (cf. Lc 6, 18-19). O Espírito age ainda hoje, cura ainda hoje, transforma ainda hoje... Que sejamos dóceis a ação do Espírito Santo que a todos toca, a todos respeita e une - união que não significa uniformidade, mesmo dentro da Igreja.

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Sugestão do Rito da Entrega do Símbolo (Credo)

Na Catequese de inspiração Catecumenal, os ritos - momentos celebrativos - marcam o caminho de crescimento na fé das crianças, jovens e adultos e de suas famílias. Esses ritos são adaptados do Ritual da Iniciação Cristã de Adultos. É bom lembrar que para o direito canônico - a lei da Igreja - "adulto" é qualquer um na "idade da razão", ou seja, crianças a partir dos 7 (sete) anos de idade.

Depois de baixar, leia atentamente todo o Rito e procure tirar qualquer dúvida com um padre. Consulte o RICA - Ritual da Iniciação Cristã de Adultos, números 185-187  (edição Paulus págs. 54 - 56);







------------------- 

ESSA É UMA SUGESTÃO QUE PROCURA ENCONTRAR PARA OS PAIS E PADRINHOS, UMA PARTICIPAÇÃO EFETIVA NO RITO, MAS VOCÊ CATEQUISTA, PODE USAR DE SUA CRIATIVIDADE (E BOM SENSO, PARA NÃO FUGIR DA PROPOSTA DO RITO). VEJA COMO É MELHOR MANEIRA CELEBRATIVA PARA SUA COMUNIDADE!

Sugestão do Rito da Entrega... by João Melo on Scribd